sábado, 17 de novembro de 2007

Vamos Falar de Música!

A música tem o poder de marcar momentos em nossas vidas, através da música podemos lembrar de uma viagem, uma pessoa, um momento especial ou não tão especial assim. Gosto muito de música, sem preconceitos. Costumo fazer quase todo mês um CD que intitulo de Mistureba, o nome não é à toa, em alguns volumes você pode encontrar MC Marcinho e Maria Bethânia convivendo numa boa.
Acredito que há música pra todos os momentos, porque discriminar o Funk? O pagode? O Axé? O Pop? Nada como um bom Pancadão no fim da festa. É claro que as letras são pobres e não dizem nada, mas que anima, anima. O ritmo é bom e isso que interessa. Ninguém vai ficar em casa sentado em sua poltrona, refletindo na vida escutando “um tapinha não dói, um tapinha não dói...”.
Outro ritmo discriminado é o Axé, as músicas são verdadeiras aulas de aeróbica, dá uma agachada, levanta, mãozinha pra cima, mãozinha pra baixo, mas o que seria do Carnaval sem elas? Os intelectuais torcem o nariz pro Axé, mas quando falam do carnaval antigo, lembram das marchinhas, lembram de Chiquinha Gonzaga e sua famosa “Oh abre-alas que eu quero passar, oh abre alas...” com saudosismo. O que seria o Axé senão uma máquina moderna de marchinhas? Hoje o carnaval não é só uma vez por ano, as micaretas se espalham pelo Brasil durante todo o ano, e as “marchinhas” também.
“Dirty Pop”, o que seria do mundo sem o “moon walk” de Michael Jackson? E a obscenidade de Madonna? O pop pode ser muito ruim, mas é um enlatado que dominou o mundo, o iêiêiê dos Beatles que começou tudo isso, não venha me dizer que os meninos de Liverpool foram os pais do Rock, não existe nada mais pop que eles e Elvis.
Parece que a consciência musical tem chegado a nossa sociedade a eleição do Samba como patrimônio artístico e cultural do Brasil revela que a música popular tem saído da penumbra, da senzala e alcançado o seu merecido valor.
Seria muito bom que as pessoas movessem suas vidas com música, o mundo ia ser mais leve e bem humorado. Só não vai atrás do trio elétrico e de uma bateria de escola de samba quem já morreu.

6 comentários:

aeronauta disse...

Você sempre espirituoso, hein?

Personagem Principal disse...

Só pq é todo popzinho... tsc, tsc, tsc. Hahahahah.

Ainoã disse...

Fala que não faz discriminação, mas não vi vc falando do sertanejo, do forró, do tecno...rsrs.
Tá, não vou refletir em nada quando ouvir: "Vem aqui pro seu tigrão, vou te dar muita pressão..." ou " Só as cachorras, as preparadas..." Hahahahaha.
Beijocasss.

Rodrigo Goulart disse...

Nada contra qualquer tipo de música e concordo com você quando diz das variáveis que a música pode exercer no seu dia a dia, porém acho que a coisa está estremamente vulgar.
Onde estão os compositores ? Os letristas?
Músicas consideradas ruins sempre vão existir , mas o problema é que hoje não se vê coisa boa !
Libertem os intelectuais da música!!!!!

Críticas Criticáveis disse...

vivi - não sou pop heheh
Ainoã - que o forro, sertanejo se sintam reperesentados, não dava pra citar todos
Ro - Pode crer os compositores q faziam musica pro Roberto Carlos, Gil, Djavan morreram todos num acidente d avião hehehe

Críticas Criticáveis disse...

vivi - não sou pop heheh
Ainoã - que o forro, sertanejo se sintam reperesentados, não dava pra citar todos
Ro - Pode crer os compositores q faziam musica pro Roberto Carlos, Gil, Djavan morreram todos num acidente d avião hehehe